Separação silábica

Olá, professor,

estou resolvendo os exercícios do blog e estou em dúvida na separação silábica de “estratégia”.

A palavra “relevância” é uma paroxítona ou proparoxítona?

Obrigada.

Carla

interrogação

Carla,

a palavra estratégia tem duas abordagens teóricas. Poder ser: “es-tra-té-gia” (paroxítona terminada em ditongo) ou “es-tra-té-gi-a” (proparoxítona). O mesmo ocorre com “re-le-vân-cia” ou “re-le-vân-ci-a”.

Essa dupla pronúncia ocorre com paroxítonas terminadas em ditongo crescente. Há gramáticos que chamam de “proparoxítona acidental” e o nome já diz tudo sobre a precariedade da classificação. O Cespe, por exemplo, trabalha essa análise sempre como paroxítona terminada em ditongo, como você já deve ter notado nas questões de acentuação (em: https://joaobolognesi.com/2016/01/28/acentuacao-cespe/).

Em geral, as bancas evitam polemizar essa situação e as questões não exigem os pormenores. Portanto, é algo mais restrito ao plano teórico.

Bons estudos e boa sorte.

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  1. #1 por Alexandra Maria Martins Bueno em 18 de janeiro de 2017 - 18:56

    Professor, boa tarde !!!
    Sou aluna Damásio para concurso TRE/SP
    O senhor vai fazer comentários sobre a redação ?
    Obrigada

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  2. #3 por Caroline Ramos em 8 de março de 2017 - 01:52

    Olá Professor, estou resolvendo as questões sobre acentuação e me surgiu a dúvida na questão número 05. Todas são consideradas proparoxítonas? No caso das palavras tendência, comércio e estratégia, achei que seria paroxítonas seguindo a regra da palavra história.

    Grata,
    Caroline.

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    • #4 por Joao Bolognesi em 16 de março de 2017 - 19:35

      Caroline,
      apesar de haver teoricamente duas análises corretas (veja o que é isso em: https://joaobolognesi.com/2016/07/14/separacao-silabica/), o CESPE considera “tendência, comércio e estratégia” todas paroxítonas terminadas em ditongo.

      Observe a questão do CESPE a seguir:
      “Os vocábulos “políticas”, “desperdício” e “carcerária” recebem acento gráfico com base na mesma
      regra de acentuação.”
      Gabarito: errado.

      Ao entender a questão acima, logo perceberá que a banca tem uma posição clara sobre o fato:
      po.lí.ti.cas => proparoxítona
      des.per.dí.cio => paroxítona terminada em ditongo
      car.ce.rá.ria => paroxítona terminada em ditongo

      Isso é bom para todos!
      Bons estudos e boa sorte.

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  3. #5 por Michele em 22 de março de 2017 - 01:33

    Olá Prof° João. Sou aluna do Damásio – Unidade Suzano/SP. Sobre a questão número 13 de Acentuação Gráfica da banca Cespe diz que a palavra ordem, assim como o seu plural ordens, também não recebe acento gráfico por serem paroxítonas terminadas em Em/Ens. Ok. A exceção é a palavra hífens. É isso mesmo? Está correto? aplica se ao seu singular também? Obrigada.

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    • #6 por Joao Bolognesi em 23 de março de 2017 - 12:55

      Michele,
      a palavra “hífen” recebe acento porque termina em EN.
      Porém, quando passada no plural, teremos a terminação em ENS, situação em que as paroxítonas não são acentuadas.
      Conclua:
      . paroxítona terminada em EM – sem acento: or-dem, jo-vem, i-tem;
      . paroxítona terminada em EN – com acento: hí-fen, pó-len;
      MAS
      . paroxítona terminada em ENS – sem acento: or-dens, jo-vens, i-tens, hi-fens, po-lens.

      A questão está errada, pois não há exceção e “hifens” não recebe acento.

      Bons estudos e boa sorte!

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  4. #7 por AlineSC em 22 de março de 2017 - 01:47

    Olá, Professor!! Adoro suas aulas. Obrigada!!

    Curtido por 1 pessoa

  5. #9 por Flavyo Enrik em 3 de abril de 2017 - 14:50

    olá professor, tudo bem???
    sou aluno do curso para o TJ/PR, e durante umas de suas aulas surgiu um dúvida, um tanto singela, mas mesmo assim gostaria de esclarecer.
    em um dos execícios sobre acentuação você disse que a palavra ” armários” é classificada como paroxítona terminada em ditongo aberto, contudo, eu achava ser essa palavra uma proparoxítona haja vista a sílaba tônica ser a antepenúltima “AR-MÁ-RI-OS”. Poderias, por favor me dizer se estou correto ou não?
    obrigado e parabéns pelas excelentes aulas…

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    • #10 por Joao Bolognesi em 13 de abril de 2017 - 20:59

      Flavyo,

      obrigado pelos elogios e espero contribuir efetivamente na sua preparação, pois você tem pela frente uma banca que não é muito amiga em relação à prova de Português. Mas temos que encarar!

      Teoricamente cabem duas análises, mas em geral as questões de concurso focam apenas uma delas. A prática tem nos mostrado uma “pacificação” dessa divergência teórica. Para ampliar suas informações, leia a postagem seguinte: https://joaobolognesi.com/2016/07/14/separacao-silabica/

      Abraços.

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  6. #11 por RICARDO LIMA em 5 de abril de 2017 - 20:55

    Professor,
    voce poderia disponibilizar no seu site algum material teórico que trate de ORTOGRAFIA, ACENTUAÇÃO GRÁFICA e sobre HOMÔNIMOS E PARÔNIMOS.

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    • #12 por Joao Bolognesi em 13 de abril de 2017 - 20:44

      Ricardo,

      sugestão aceita!

      Abraços.

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      • #13 por RICARDO LIMA em 24 de abril de 2017 - 03:07

        Tem alguma previsão de quando o material referente a ORTOGRAFIA, ACENTUAÇÃO GRÁFICA, HOMÔNIMOS E PARÔNIMOS estará disponível no blog?

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      • #14 por RICARDO LIMA em 7 de maio de 2017 - 21:10

        Alguma data que voce podera publicar esse material?

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  7. #15 por André da Rocha Silva em 6 de julho de 2017 - 13:44

    Olá professor, bom dia!
    A palavra “recompõe” recebe ou não acento? Por quê?
    Grande abraço,
    Att.
    André Rocha.

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    • #16 por Joao Bolognesi em 6 de julho de 2017 - 14:18

      André,
      o único sinal possível nesta conjugação é o til.
      Bons estudos e boa sorte.

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  8. #17 por Gina em 3 de agosto de 2017 - 19:43

    Olá, professor! Assisti sua primeira aula, na Damásio (Carreiras bancárias). O Sr vai disponibilizar material de apoio no site da Damásio?
    Obrigada!!

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    • #18 por Joao Bolognesi em 4 de agosto de 2017 - 00:10

      Gina, enviei ao setor pedagógico o material projetado. Em breve estará em sua área do aluno.
      Abraços

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  9. #19 por Priscila em 6 de agosto de 2017 - 00:06

    Olá, Professor! Estou resolvendo os exercícios do blog(questões da cespe) e fiquei com dúvida na questão 6, e percebi que alguns colegas tiveram a mesma dúvida e já lhe perguntaram.

    po.lí.ti.cas => proparoxítona
    des.per.dí.cio => paroxítona terminada em ditongo
    car.ce.rá.ria => paroxítona terminada em ditongo

    A Cespe considera a questão acima “errada”, inicialmente eu consideirei como “correta”.
    Se for respondido como proparoxítona em um outro teste e não em uma prova da Cespe, está errada?

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    • #20 por Joao Bolognesi em 10 de agosto de 2017 - 19:43

      Priscila,
      a sua análise está perfeita. O que faltou foi ler o enunciado da questão com mais atenção:
      “Os vocábulos “políticas”, “desperdício” e “carcerária” recebem acento gráfico com base na mesma regra de acentuação.”
      Gabarito = Errado (pois são regras distintas).

      São duas grandes aprendizagens: a teoria gramatical e a forma como a prova nos impõe os problemas.

      Bons estudos e boa sorte!

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  10. #21 por ALINESC em 7 de agosto de 2017 - 16:40

    Professor, por favor!! Corrija essa questão!

    Ano: 2017
    Banca: FUNDATEC
    Órgão: IGP-RS
    Prova: Perito Criminal – Engenharia Civi

    Avalie as afirmações que seguem sobre os vocábulos acentuados que compõem o título do texto: As melhores notícias que não chegam até nós.

    I. Os acentos gráficos nas quatro palavras presentes no título justificam-se por regras distintas.

    II. Apenas uma das palavras, sem o acento gráfico, ainda se constituiria em vocábulo da língua portuguesa.

    III. No que tange à classe gramatical, ao retirarmos o acento gráfico da palavra nós, ela permaneceria com a mesma classificação.

    Quais estão INCORRETAS?
    a)
    Apenas I.
    b)
    Apenas II.
    c)
    Apenas I e II.
    d)
    Apenas II e III.
    e)
    I, II e III.

    RESPOSTA DA BANCA: LETRA C.

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    • #22 por Joao Bolognesi em 10 de agosto de 2017 - 19:58

      Aline, observe a análise:

      I. Os acentos gráficos nas quatro palavras presentes no título justificam-se por regras distintas.
      notícias = paroxítona
      não = o til é apenas marca de nasalação e não acento gráfico
      (a dúvida é se a banca se usou disso para provocar erro no enunciado da questão ou se efetivamente a banca falhou)
      até = oxítona
      nós = monossílaba tônica

      II. Apenas uma das palavras, sem o acento gráfico, ainda se constituiria em vocábulo da língua portuguesa.
      Errado
      notícias / tu noticias
      até / ate (do verbo ater)
      nós / nos

      III. No que tange à classe gramatical, ao retirarmos o acento gráfico da palavra nós, ela permaneceria com a mesma classificação.
      Correta (pronome).

      Infelizmente, questão que mostra a imperícia de quem a fez.
      Abraços.

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      • #23 por ALINE em 11 de agosto de 2017 - 13:26

        Muiiiiiiiito obrigada, Professor!! Amooooo suas aulas… Fica tudo mais fácil. Um grande abraço.

        Curtido por 1 pessoa

  11. #24 por Ruali em 9 de agosto de 2017 - 18:05

    Olá, professor!

    No decorrer dos estudos sobre acentuação passei a fazer simulações com todas as palavras que leio. Contudo, passado algum tempo, simulei com meu prenome: Ruali (Ru.a.li). Observei que, por ser a sílaba tônica o “a”, configurando a palavra como uma paroxítona terminada em “i”, deveria a vogal da segunda sílaba ter sido acentuada. Estou correto?

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    • #25 por Joao Bolognesi em 10 de agosto de 2017 - 19:38

      Ruali,
      sim, deveria ter acento como em “táxi”.
      Mas nome tem liberdade para receber a grafia que quiser sem as imposições da regra.
      Por isso, lemos por aí: Antônio, António e até Antonio (forma errada); Luís, Luis (forma errada) e até Luíz (erradíssimo!!).

      Bons estudos e boa sorte,
      João Bolognesi

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  12. #26 por catarina lafeta em 9 de agosto de 2017 - 22:44

    Olá Professor, por acaso o Sr. tem o material sobre as regras de acentuação gráfica?

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    • #27 por Joao Bolognesi em 10 de agosto de 2017 - 19:19

      Catarina,
      no blog não há as regras de acentuação. Elas são ensinadas em sala de aula.
      Mas você não encontrará dificuldades em consultá-las em algum site ou livro.

      Bons estudos e boa sorte.

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  13. #28 por Nathasa em 9 de agosto de 2017 - 22:59

    Oi Professor,
    Adorei suas aulas.

    Resolvi as 50 questões de acentuação, mas estou com dúvidas com as palavras do tipo:
    precária e precárias, carcerária e carcerárias.

    Na questão 06 a palavra carcerária, é R2 paroxítona terminada em ditongo.
    Na questão 29 a palavra precárias, é R1 proparoxítona.
    São diferentes por causa do plural?

    Na questão 05, as palavras são acentuadas pela mesma regra: tendência, comércio, sérios, negócios, estratégia.
    Mas seria R1 (todas proparoxítonas) ou R2 (todas paroxítonas terminadas em ditongo)?

    Na questão 50, a palavra “relevância” poderia ser R1?

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    • #29 por Joao Bolognesi em 10 de agosto de 2017 - 19:15

      Natasha,
      fico feliz e espero que continue firme na sua preparação. Com dedicação e foco, o sucesso vem.

      Sobre as suas dúvidas, acompanhe as explicações:

      – palavras como precária e precárias, carcerária e carcerárias entram no problema da paroxítona terminada em ditongo crescente.Comentei isso em: https://joaobolognesi.com/2016/07/14/separacao-silabica/
      Praticamente todas as suas dúvidas giram ao redor desse fato.

      – questão 5 correta, pois são acentuadas pela regra das paroxítonas.

      – questão 6 errada, pois:
      . “políticas” = R1 – proparoxítona
      . “desperdício” = R2 – paroxítona (o CESPE considera aqui só a análise de paroxítona terminada em ditongo)
      . “carcerária” = R2 – paroxítona (o CESPE considera aqui só a análise de paroxítona terminada em ditongo)

      – questão 29 errada, pois não são regras diferentes, mas sim a mesma regra: “indivíduos” e “precárias” são paroxítonas terminadas em ditongo.

      – na questão 50, relevância é R2 = paroxítona (terminada em ditongo).

      Bons estudos e boa sorte!

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  14. #30 por Nathasa em 11 de agosto de 2017 - 01:25

    Professor estou enlouquecida separando sílabas o tempo todo. Kkkkk
    Para finalizar o assunto só mais uma questão: eu e meu irmão estamos discutindo a separação silábica de geografia.
    Por favor evite a discórdia na família, kkkk, como fica?

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    • #31 por Joao Bolognesi em 13 de agosto de 2017 - 12:15

      Natasha,
      a separação é: ge.o.gra.fi.a
      A tônica é a sílaba /fi/.
      Nesse caso, é bom saber que o “a” é sempre vogal, nunca será semivogal.]

      Bons estudos e boa sorte!

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  15. #32 por renato em 12 de agosto de 2017 - 20:58

    Olá ,Professor João Bolognesi, eu resolvi as 50 questões que o senhor disponibilizou no site e agradeço pelas explicações na sala de aula.

    Fiquei com uma dúvida: o novo acordo ortografico mudou alguma coisa nas separações das silabas? Qual o sentido do acento no é ? Quando ocorre uma construção como dá-la, oferecê-la, como eu faço a separação nesse caso?

    Obrigado e um abraço.

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    • #33 por Joao Bolognesi em 13 de agosto de 2017 - 12:06

      Renato,
      o acordo ortográfico diminuiu ou extinguiu algumas regras de acentuação. Também normatizou o uso do hífen. Essas alterações não afetam a separação silábica.

      Acentuamos “é” pela regra das monossílabas tônicas.

      Já separação de verbo e pronome se dá normalmente, mas não deixe de reconhecer que, apesar de integradas, são duas palavras: dá[-la], o-fe-re-cê[-lo].
      Observe a regra aplicada:
      Regra 3 – Oxítona
      ofere-lo

      Regra 4 – Monossilaba Tônica
      -la

      Bons estudos e boa sorte!

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  16. #35 por Rafael em 15 de agosto de 2017 - 14:01

    Professor, gostaria de parabenizá-lo pelas aulas, e gostaria de saber também porque a questão 01 é verdadeira. Por que a palavra maniqueísta é acentuada se a vogal i forma um hiato precedido de ditongo?

    Obrigado.

    Curtir

    • #36 por Joao Bolognesi em 25 de agosto de 2017 - 19:22

      Rafael,

      boa pergunta, mas em “que”, na palavra em análise, não forma ditongo, pois o “u” não é pronunciado.
      Tente perceber a diferença sonora entre:
      . quen.te = ken
      . fre.quen.te = kuen
      Era por isso que “frequente” antes recebia trema.

      Bons estudos e boa sorte.

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  17. #37 por Flávia Serra Fernandes em 20 de agosto de 2017 - 22:15

    Olá Professor,
    Estou assistindo suas aulas para o concurso de Agente e Escrivão da PF, aulas EaD, e ao assistir sobre “palavras homônimas” me lembrei que existem 3 palavras com grafia diferente, porém, todas elas com o mesmo som e pasme, talvez saiba diferenciar apenas duas delas, mas a outra não sei em que momento ou onde é usada. São elas: cessão, sessão e seção.
    Estou gostando muito do seu modo de explicar, me fazendo aprender a gostar da nossa língua.
    Um abraço,
    Flávia

    Curtir

    • #38 por Joao Bolognesi em 25 de agosto de 2017 - 19:34

      Flávia,
      as palavras “cessão, sessão, seção” exemplificam bem o que são as palavras homônimas, já que o som entre elas é exatamente igual.
      Lá trás, quando tive a dificuldade de distingui-las, criei para mim o seguinte apelo mnemônico:
      – seção traz um Ç cortado, portanto é o que remete à corte, separação, divisão. Daí temos: seção de roupas, seção de calçados (repartições de uma loja), seção de votação, seccional…
      cessão / ceder, cessão de direitor, cessão dos bens…
      – sessão – reunião, geralmente com horário marcado, palavra que na época eu não tinha dúvida.

      Bons estudos e boa sorte.

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  18. #39 por Suzane em 15 de março de 2018 - 22:51

    Boa noite, professor.

    Quanto à regra 5 de acentuação gráfica e conforme a reforma ortográfica, a palavra “Piauí” perdeu o seu acento, uma vez que o ‘i” está antecedido não por vogal, mas sim por semivogal?
    Pi. au. i (“i” sozinho na sílaba tônica, mas antecedido por ditongo decrescente).

    No mais, a palavra “irmã” é uma oxítona?

    Obrigada pela atenção de sempre.
    Suzane Coletti

    Curtir

    • #40 por Joao Bolognesi em 19 de março de 2018 - 01:43

      Suzane, a mudança da regra ocorreu desde que o “i” e o “u” estejam na penúltima sílaba, como em: fei-u-ra.

      A palavra “Piauí” continua normalmente acentuada.
      “Irmã” é oxítona; se fosse paroxítona, teria acento (ímã, órfã).

      Abraços.

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  19. #41 por Luciana em 14 de abril de 2018 - 14:38

    Bom dia professor,

    O senhor mencionou em suas aulas a questão de se ter uma boa gramática para estudo, hoje qual o senhor indica ?
    Desde já agradeço pela atenção.

    Luciana.

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    • #42 por Joao Bolognesi em 15 de abril de 2018 - 22:37

      Luciana,
      não indico uma gramática específica, pois não há uma ideal.
      As gramáticas usadas em ensino médio em geral trazem um conteúdo bem completo e uma diagramação muito agradável. Elas podem ser o material de início.
      O material posterior deve ser de questões e provas comentadas, algo indispensável.

      Bons estudos e boa sorte!

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  20. #43 por Rosa David em 17 de maio de 2018 - 19:17

    Prof, boa tarde!

    Sou aluna do curso do Damásio Formação Essencial Ensino Médio.

    Na questão 06, respondi como correta devido à regra de proparoxítona acidental.

    Dúvidas:
    – A CESPE mantém o posicionamento de considerar apenas a regra de paroxítona terminada em ditongo em 2018?

    – E como consigo saber o posicionamento das demais bancas, como FCC, FGV, Vunesp, Cesgranrio, etc.?

    Obrigada,
    Rosa

    Curtir

    • #44 por Joao Bolognesi em 18 de maio de 2018 - 00:47

      Rosa,
      o ideal é você ter para si o reconhecimento do problema e usar de acordo com a demanda das questões, sem delimitar padrões exatos para as bancas, pois, antes de tudo, elas se inovam.
      Veja uma questão recentíssima do CESPE:
      “O emprego de acento na palavra “memória” pode ser justificado por duas regras de acentuação distintas.”
      Resposta: Correto (= paroxítona terminada em ditongo ou proparoxítona)

      Diante disso, só nos resta o conhecimento.
      Jeitinho e decoreba não resistem à força das bancas.
      Bons estudos e boa sorte.

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  21. #45 por Celio Alves De Oliveira em 19 de maio de 2018 - 15:13

    Bom dia Professor
    Olha eu vou fazer o concurso aqui do TJSC estou assistindo as suas aulas na Damásio e as suas aulas são maravilhosa, será que seria possível encaminhar exercício no meu e-mail para fixar mais o conteúdo ou teria algum outro meio de conseguir ?

    Curtir

    • #46 por Joao Bolognesi em 20 de maio de 2018 - 12:32

      Celio,
      todos os materiais disponíveis que tenho estão aqui no site.

      Há algumas questões da FGV no
      https://joaobolognesi.com/2016/08/01/revisao-2014-2015/

      Também não deixe de ler “tipologia textual” e “termos linguísticos”.

      Mas, como você deve ter percebido, a FGV faz uma prova em estilo muito próprio, o que nos obriga estudar praticando. Resolva o máximo de questões da banca. Há sites especializados em dispor provas e questões de maneira seletiva.

      Bons estudos e boa sorte!

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  22. #47 por Robson em 13 de julho de 2018 - 15:39

    Professor,

    Qual o melhor dicionário que existe? Quero comprar um.

    Obrigado.

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  23. #49 por Edigar Giacomelli Damico em 9 de agosto de 2018 - 23:46

    Prof., Imóveis, ex 17, é separado I-mó-veis? Paroxitona?
    (não é caso de proparoxitona acidental não, né? Nem Paroxitona terminada em ditongo crescente, certo?)

    Curtir

    • #50 por Joao Bolognesi em 16 de agosto de 2018 - 14:44

      Edigar,
      em “imóveis” temos uma paroxítona terminada em ditongo decrescente (/ei/), o que não entra na análise que ocorre entre “paroxítona terminada em ditongo crescente” X “proparoxítona acidental”.

      Apesar dessa dificuldade pontual que teremos nessas situações, as questões de prova trabalham isso com certo cuidado e delicadeza, o que contribui para a objetividade.
      Bons estudos e boa sorte!

      Curtir

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