Recurso TJ-SP Interior (2018)

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Orientações para a montagem do recurso

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  1. #1 por Andressa em 30 de março de 2018 - 13:21

    Professor, bom dia!

    Gostaria de saber sobre a questão 12. Não será possível apresentar recurso? Na correção da prova você disse que as alternativas não alcançam uma adequação à ironia do texto / ao entendimento texto.

    Com relação a questão 23 eu tenho uma dúvida. A questão apontada como certa pela banca também é construída com expressões em sentido próprio, assim como a alternativa apontada por você como correta. Porém, fiquei em duvida na segunda parte das alternativas. Na prova fiquei na duvida entre as duas e optei pela alternativa que diz “se ao menos…” pois traz uma ideia de que o adolescente está disperso na leitura. Ela não explica melhor a situação apresentada? A alternativa “ele está sentado…” para mim só significa que ele está sentado da forma descrita e não que ele está se analisando frente à situação imposta.

    obrigada!!!!

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    • #2 por Joao Bolognesi em 1 de abril de 2018 - 00:12

      Andressa,
      relendo com mais calma, a alternativa do “comprometimento” realmente está correta.
      O problema estava no duplo sentido de comprometimento (compromisso com sentido positivo ou gerar problema com sentido negativo).
      Li inicialmente como sendo um compromisso de qualificação. Mas depois pude entender que o sentido era de comprometer-se, gerar problema para si, o que torna a alternativa correta.

      Na 23, para mim foi o limite imposto pelo enunciado (“No texto…”) que me gerou problemas. Se o enunciado fala só do texto, por que o comentário da banca serviria como referência? A questão não é difícil, ela é confusa, é defeituosa.

      Mas como você acertou a alternativa, relaxe, pois não haverá perda.
      Boa sorte!!

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  2. #3 por FERNANDO LUIGHI DE CARVALHO SOUZA FISCHER em 31 de março de 2018 - 17:46

    Professor, boa tarde.
    A respeito da prova do dia 25, errei uma questão de língua portuguesa, que me deixou com dúvidas.

    A questão 03 exigia do candidato que indicasse a alternativa que continha exemplo de uso coloquial da linguagem.
    Assinalei a seguinte alternativa: “Com frases que parece retiradas de um romance antigo, […] os personagens se expressam de maneira correta e erudita”. O gabarito indica outra alternativa como sendo a correta.
    Entendo o motivo de estar correta a alternativa indicada pelo gabarito. No entanto, não é possível que haja duas respostas possíveis?
    Questiono por conta da colocação pronominal do pronome reflexivo “se”. Diante da ausência de palavra/expressão atrativa antecessora do verbo, não seria o caso de ênclise: “os personagens expressam-se de maneira correta e erudita”?
    Na opinião do professor, é possível recorrer da questão, com base em tal argumento?
    Obrigado pela atenção.

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    • #4 por Joao Bolognesi em 1 de abril de 2018 - 00:03

      Fernando, é possível sim.

      A prova de língua portuguesa alcança várias dimensões e, todos esperamos, a banca precisa ter o máximo cuidado naquilo que formula como questão. Isso nem sempre ocorre, dando margem a múltiplos enfoques.

      O uso da expressão “a gente” é do uso coloquial? Sim. Entre todas as alternativas, é a melhor.

      O uso da próclise sem palavra atrativa é coloquial? Depende.
      É uma situação que opõe uma prática atual versus uma tradicional, porém praticamente abolida nas provas.

      No Brasil, é de uso correntíssimo a próclise sem palavra atrativa na linguagem formal, mas sempre há uma ou outra banca menor que dá como improcedente tal uso, pois invoca uma postura coerente há 50 anos, mas não mais hoje em dia.

      Esse seu posicionamento é minoritário e de difícil fundamentação teórica, mas tem um fundo de razão tendo em vista a colocação pronominal mais conservadora.

      É um conflito histórico e geográfico (Portugal x Brasil), mas é passível de se tentar argumentar.

      A justificativa é o uso mais formal, mais tradicional, em detrimento das “liberdades” que o português do Brasil produziu.

      Abraços.

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  3. #5 por waldei em 3 de abril de 2018 - 02:02

    Boa noite.
    Na questão de número 20, não seria possível interpor recurso?
    No texto mostra que o adolescente não tem problema com a quantidade de páginas e sim com a forma como o texto está escrito.
    “Se tivesse uns diálogos, vai.”
    Obrigado pela atenção.

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    • #6 por Joao Bolognesi em 5 de abril de 2018 - 11:57

      Waldei,

      mas você considera qual alternativa como correta ou a questão você vê como anulável?

      Com certeza o número de páginas (releia o trecho em que ele cita 500 e exclamação) influi no sentimento do adolescente. Os diálogos só serviriam para abreviar a longa viagem das quase 500 páginas.
      Reveja a questão e, qualquer dúvida, faça contato.
      Abraços.

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  4. #7 por Amanda em 24 de maio de 2018 - 04:55

    Bom Dia, Prof!!!
    Será que há chances de anulação da questão 4?!?! Aquela sobre pronomes reflexivos e recíprocos…
    Consigo ver ambiguidade no pronome SE da primeira frase: “Os personagens se expressam…”
    Entendo que a ação não recai sobre a própria pessoa, pois está “agindo” sobre outros personagens ou até mesmo com o telespectador, sendo assim recíproco.
    E ainda assim, li em alguns artigos que alguns verbos quando no plural fazem o pronome SE ser tanto reflexivo quanto recíproco.
    Qual sua opinião?

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    • #8 por Joao Bolognesi em 2 de junho de 2018 - 13:11

      Amanda,
      o pronome SE traz uma longa história em nosso idioma e, quase sempre, polêmica.
      Há usos evidentes e inquestionáveis, os quais até servem para pedagogicamente exemplificarmos aos alunos.
      Mas há inúmeros usos que se desenvolveram na história e perderam seu valor original.
      Assim, ficam em uma classificação inexata, sem respaldo teórico e só arbitrariamente um ou outro teórico resolve nomear, porém sem uma justificativa clara.
      Em tese, usos imprecisos do SE jamais deveriam aparecer em um concurso público, mas…
      Agora é aguardar.
      Abraços!

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